O amor em nós - Parte 3
(...) Como ela não recuou e nem me parou, lentamente fui descendo minha mão de seus lábios e encaixando-as em sua nuca... Suavemente ela se contorceu um pouco e fechou os olhos, como se pedisse por aquilo, como se quisesse tanto quanto eu... Fui me aproximando aos poucos e quando parecia que nossas bocas tornariam se uma só, parei, sorri e disse: "Agora eu quero saber seu nome!". Nós duas caímos na gargalhada... e ela já sem fôlego de tanto rir, disse baixinho, "Ashley, meu nome... é Ashley! E obrigada por me desconcertar inteira!".. Eu ri alto e automaticamente coloquei minhas mãos sobre minha boca, sempre achei minha risada horrível, ela riu e disse que achou meigo, que eu deveria rir assim sempre... Estávamos ali a não mais do que 40 minutos e parecia que eu a conhecia há anos... agia com uma naturalidade com ela que eu não tinha com mais ninguém... Sempre fui tímida e não conseguia me misturar muito. Quando os risos se acabaram, olhamos uma para a outra, amba...